Autor: Solution Services

  • Quais são os principais tipos de limpeza que podem ser feitas em condomínios?

    Quais são os principais tipos de limpeza que podem ser feitas em condomínios?

    Fazer a limpeza em condomínio é essencial para manter o bem-estar dos moradores, visitantes e todos os demais que transitam no local. No entanto, esse não é um assunto tão simples como muitos pensam, pois há vários tipos de limpeza, cada um com uma finalidade e características específicas.

    Deixar de tomar todos os cuidados necessários nos ambientes do condomínio pode gerar estresse, mal-estar e constantes dores de cabeça aos condôminos e os administradores. Após a leitura deste artigo você aprenderá como evitar esses problemas!

    Aqui você encontrará quais são as modalidades de limpeza que não podem faltar em qualquer estabelecimento residencial, e no fim explicamos como um roteiro de limpeza bem estruturado pode deixar o local impecável. Acompanhe!

    Limpeza geral

    Essa forma de limpeza é a mais abrangente, pois inclui faxina e lavagem das áreas de uso comum que são de grande fluxo de pessoas. Os locais devem ser limpos diariamente ou semanalmente, dependendo da quantidade de poeira que é acumulada no ambiente. Alguns ambientes que se encaixam nesse tópico são:

    • hall de entrada;

    • corredores;

    • elevadores;

    • salões de festas;

    • academias;

    • garagem;

    • saunas, entre outros.

    Conservação

    O ato de conservação objetiva manter o ambiente com visual e odor mais agradáveis. Com essa limpeza, os moradores, visitantes e demais transeuntes se sentirão mais confortáveis e relaxados ao adentrar no ambiente. Assim como a anterior, essa espécie de limpeza pode ser feita todos os dias. Alguns exemplos são:

    • recolhimento do lixo;

    • regagem e tratamento de jardins.

    Manutenção

    A manutenção consiste em manter determinados locais, que previamente foram objetos da limpeza geral, sempre limpos. Ela pode ser realizada frequentemente ou ocasionalmente. Como exemplo podemos citar a varrição da entrada diariamente, já a limpeza de calhas pode ser feita somente quando acumular sujeira.

    Essa categoria também inclui atos que preservam a saúde e a segurança dos condôminos, pois também é realizada a manutenção das instalações de uso comum como a piscina. Confira uma lista dos principais atos de manutenção e a frequência recomendável para realizar cada um deles:

    • dedetização, duas vezes por ano;

    • limpeza da caixa d’água, também duas vezes por ano;

    • limpeza de calhas, sempre que houver chuvas fortes;

    • limpeza da fachada, no mínimo uma vez a cada cinco anos;

    • inspeção predial, uma vez por ano;

    • filtragem da piscina, diariamente;

    • controle do cloro da piscina, a cada dois dias;

    • controle do pH da água, duas vezes por semana.

    Roteiro de limpeza em condomínio

    Percebe-se que as diferentes limpezas possuem variados intervalos de tempo, e é de excepcional importância que eles sejam seguidos.

    A limpeza excessiva resulta em desperdício de material e de tempo, assim como os atrasos geram acúmulo de sujeira e podem danificar ou, no caso da manutenção, até provocar graves danos à saúde dos moradores.

    Por essa razão é necessário que seja estruturado um roteiro de limpeza bem planejado, com uma planilha com as três modalidades de limpezas explicadas. Organize-as de acordo com sua frequência e supervisione o serviço dos encarregados pela limpeza, sempre conferindo e marcando no papel se os atos foram devidamente executados.

    Limpeza em condomínio não é um assunto complexo, mas ela deve ser feita de forma metódica e com planejamento, pois os atos de limpeza, conservação e manutenção são fundamentais para manter o bem-estar dos moradores e a organização do estabelecimento.

    Assine nossa newsletter e receba mais publicações com conteúdos como este! É gratuito!

  • Quando é melhor optar pela terceirização de serviços?

    Quando é melhor optar pela terceirização de serviços?

    A terceirização de serviços é uma opção comum, sempre usada de forma pontual para as empresas, com foco em trabalhos específicos, que fujam do escopo de atuação do negócio em questão. São vários os fatores que podem influenciar essa decisão.

    Questões como custo, disponibilidade de pessoal preparado e a necessidade de um trabalho bem-feito, sem que isso se torne um problema, são alguns dos motivos pelos quais pode ser interessante terceirizar.

    Tem dúvidas sobre o assunto? O post a seguir vai sanar todas elas, mostrando quando é o melhor momento de contratar uma empresa para terceirizar serviços. Veja!

    O custo-benefício pode ser um fator decisivo

    O primeiro fator a ser analisado — e que costuma ser decisivo para contratar serviços terceirizados — é o custo-benefício. É comum a empresa não ter mão de obra especializada ou algum funcionário disponível para exercer determinada função, e contratar alguém sairia mais caro.

    Nesses casos, pode ser uma excelente opção contar com os serviços de uma empresa terceirizada, que prestaria o serviço com menores encargos e custos com salários e outros benefícios. É sempre importante analisar o custo-benefício para, assim, decidir se optar por terceirizar é o melhor.

    As vantagens podem ser muito atraentes

    A opção de terceirização de serviços apresenta uma série de vantagens atraentes, que fazem toda a diferença na hora de tomar decisões. Seja de caráter financeiro ou logístico, optar por esse recurso é aproveitar todos eles durante a prestação de serviços de uma empresa especializada.

    Menos burocracias

    A contratação de novos colaboradores envolve uma série de burocracias, que têm custos e necessitam de investimento de tempo e de trabalho em alguns setores, especialmente o do departamento pessoal. Na terceirização, isso é bastante reduzido, facilitando o processo.

    Certeza de especialistas

    Nem todas as funções poderão ser exercidas pelos colaboradores que já estão na empresa. Delegar a eles obrigações que não são do seu escopo pode ser um risco à qualidade do serviço. Contar com uma empresa terceirizada é ter a certeza de contar com especialistas para realizar o trabalho pretendido.

    Menos custos operacionais

    Contar com um colaborador gera muito mais custos do que se possa imaginar. O salário não é o único investimento. Há também encargos trabalhistas, além de outros benefícios básicos que a maioria das empresas oferece. Contando com um serviço terceirizado, a empresa não arca com esses custos.

    Evitar investimentos altos

    Ao contratar uma empresa para determinado serviço, uma das principais vantagens é não ter que fazer investimentos, como materiais de trabalho, equipamentos e outros custos, para que as funções sejam realizadas. Os gastos são todos do prestador do serviço, deixando o acordo financeiramente interessante.

    A contratação requer cuidados básicos

    A terceirização de serviços está determinada de forma específica na legislação trabalhista, possuindo algumas restrições fundamentais, que devem ser observadas com todo cuidado. Uma das principais está relacionada à atuação, que deve se limitar apenas a algumas funções.

    Outro ponto que merece atenção especial é em relação ao contrato entre as partes. É importante que a empresa defina, de forma transparente e detalhada, quais serão todas as responsabilidades da prestadora de serviços terceirizados, evitado problemas na parceria.

    É fundamental considerar todos esses pontos antes de optar pela terceirização de serviços. Eles são fundamentais para que a melhor escolha seja feita pela empresa.

    Gostou deste conteúdo? Aproveite e confira um e-book sobre como gerenciar de forma eficiente uma equipe de funcionários terceirizados.

  • Saiba quem é o responsável pela manutenção de calçadas

    Saiba quem é o responsável pela manutenção de calçadas

    Restaurar a finalidade das calçadas como lugar de passagem e convívio público é um dos estímulos das grandes cidades. Reconstruí-las dentro de diretrizes arquitetônicas que garantam a acessibilidade ajuda no resgate dessa função social.

    É possível garantir a manutenção de calçadas por meio de políticas públicas em que se integrem ações de governo e conscientização cidadã. Ações do governo municipal, restritas a intervenções físicas ou apenas de fiscalização, no entanto, se mostraram ineficientes nos últimos anos. Continue a leitura e saiba mais!

    Saiba quem deve reformar e conservar as calçadas

    Apesar de ser um bem público, cuja manutenção é regida por leis municipais, o dono do imóvel, residencial ou comercial, é o encarregado de reformar e conservar sua calçada. Se ela estiver em situação ilegal ou apresentar má conservação, o proprietário pode sofrer sanção.

    Conheça as normas sobre essa manutenção

    Os parâmetros de análise foram preparados com suporte fundamentado em informações de normas de arquitetos urbanistas, leis federais — como a NBR 9050, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) —, além de diretrizes e guias de calçadas produzidos por prefeituras e organizações.

    Conheça a seguir alguns critérios que são a base e dão padronização às calçadas:

    • irregularidades — todo gênero de desvio no calçamento que complique ou interdite o trânsito de pedestres, que ofereça ameaça ou que não seja temporário, nem esteja cercado e sinalizado apropriadamente;

    • degraus e elevações — dominam toda a largura da calçada ou do passeio e forçam as pessoas a continuarem o percurso pelo asfalto;

    • largura — as estreitas dificultam a passagem de idosos e cadeirantes;

    • rampas para cadeirantes — na faixa de pedestres, deve haver rampas em todas as esquinas com inclinação adequada e que não ofereçam risco aos cadeirantes;

    • iluminação — calçadas mal iluminadas trazem insegurança aos pedestres e podem provocar acidentes.

    Verifique as leis de acessibilidade

    Os indivíduos com diferentes formas de deficiência convivem com grandes desafios, no que diz respeito a condições de acesso. Se os prédios novos e os equipamentos públicos estão cada vez mais adequados, os residenciais antigos, que correspondem à maioria das habitações, ainda caminham a passos lentos em direção a uma arquitetura mais inclusiva de acessibilidade, em relação às calçadas.

    Adapte a entrada da garagem

    No momento em que alguém inicia a construção de uma casa, com muito custo pensa na precisão de incluir a rampa de garagem. Porém, ela agrega proteção ao imóvel.

    O pavimento das calçadas deve respeitar o código de posturas de cada município. Além das leis municipais, as propostas da NBR 9050 devem ser apreciadas. Confira as posturas empregadas por algumas cidades:

    • a rampa deve ser nivelada e revestida de material antiderrapante e resistente, para não comprometer a segurança dos pedestres;

    • os revestimentos escorregadios, como pedra polida e pisos lisos, são proibidos;

    • é aconselhada a incorporação de itens que promovam a acessibilidade, como piso tátil e rampas;

    • a instalação de lixeiras, postes e mobiliários urbanos não deve comprometer o trânsito de pedestres.

    Tenha segurança na sua calçada

    Calçadas são feitas a partir de oito fundamentos suplementares e interligados. Juntos, eles não apenas capacitam uma calçada adequada, mas dirigem para o desenvolvimento de cidades ativas e saudáveis. Conheça os oito princípios da calçada:

    1. dimensionamento adequado;

    2. superfície qualificada;

    3. drenagem eficiente;

    4. acessibilidade universal;

    5. conexões seguras;

    6. espaço atraente;

    7. segurança permanente;

    8. sinalização.

    Tal como os condutores de veículos, os pedestres também precisam de informações claras para saber como se portar e se identificar na área urbana. É preciso transformar o conceito da manutenção de calçadas, tornando-as iluminadas, seguras, limpas e sinalizadas.

    Gostou deste artigo? Aproveite e saiba também sobre reformas de imóveis!

  • Quais são os principais tipos de limpeza que podem ser feitas em condomínios?

    Quais são os principais tipos de limpeza que podem ser feitas em condomínios?

    Fazer a limpeza em condomínio é essencial para manter o bem-estar dos moradores, visitantes e todos os demais que transitam no local. No entanto, esse não é um assunto tão simples como muitos pensam, pois há vários tipos de limpeza, cada um com uma finalidade e características específicas.

    Deixar de tomar todos os cuidados necessários nos ambientes do condomínio pode gerar estresse, mal-estar e constantes dores de cabeça aos condôminos e os administradores. Após a leitura deste artigo você aprenderá como evitar esses problemas!

    Aqui você encontrará quais são as modalidades de limpeza que não podem faltar em qualquer estabelecimento residencial, e no fim explicamos como um roteiro de limpeza bem estruturado pode deixar o local impecável. Acompanhe!

    Limpeza geral

    Essa forma de limpeza é a mais abrangente, pois inclui faxina e lavagem das áreas de uso comum que são de grande fluxo de pessoas. Os locais devem ser limpos diariamente ou semanalmente, dependendo da quantidade de poeira que é acumulada no ambiente. Alguns ambientes que se encaixam nesse tópico são:

    • hall de entrada;

    • corredores;

    • elevadores;

    • salões de festas;

    • academias;

    • garagem;

    • saunas, entre outros.

    Conservação

    O ato de conservação objetiva manter o ambiente com visual e odor mais agradáveis. Com essa limpeza, os moradores, visitantes e demais transeuntes se sentirão mais confortáveis e relaxados ao adentrar no ambiente. Assim como a anterior, essa espécie de limpeza pode ser feita todos os dias. Alguns exemplos são:

    • recolhimento do lixo;

    • regagem e tratamento de jardins.

    Manutenção

    A manutenção consiste em manter determinados locais, que previamente foram objetos da limpeza geral, sempre limpos. Ela pode ser realizada frequentemente ou ocasionalmente. Como exemplo podemos citar a varrição da entrada diariamente, já a limpeza de calhas pode ser feita somente quando acumular sujeira.

    Essa categoria também inclui atos que preservam a saúde e a segurança dos condôminos, pois também é realizada a manutenção das instalações de uso comum como a piscina. Confira uma lista dos principais atos de manutenção e a frequência recomendável para realizar cada um deles:

    • dedetização, duas vezes por ano;

    • limpeza da caixa d’água, também duas vezes por ano;

    • limpeza de calhas, sempre que houver chuvas fortes;

    • limpeza da fachada, no mínimo uma vez a cada cinco anos;

    • inspeção predial, uma vez por ano;

    • filtragem da piscina, diariamente;

    • controle do cloro da piscina, a cada dois dias;

    • controle do pH da água, duas vezes por semana.

    Roteiro de limpeza em condomínio

    Percebe-se que as diferentes limpezas possuem variados intervalos de tempo, e é de excepcional importância que eles sejam seguidos.

    A limpeza excessiva resulta em desperdício de material e de tempo, assim como os atrasos geram acúmulo de sujeira e podem danificar ou, no caso da manutenção, até provocar graves danos à saúde dos moradores.

    Por essa razão é necessário que seja estruturado um roteiro de limpeza bem planejado, com uma planilha com as três modalidades de limpezas explicadas. Organize-as de acordo com sua frequência e supervisione o serviço dos encarregados pela limpeza, sempre conferindo e marcando no papel se os atos foram devidamente executados.

    Limpeza em condomínio não é um assunto complexo, mas ela deve ser feita de forma metódica e com planejamento, pois os atos de limpeza, conservação e manutenção são fundamentais para manter o bem-estar dos moradores e a organização do estabelecimento.

    Assine nossa newsletter e receba mais publicações com conteúdos como este! É gratuito!

  • Quando é necessário fazer a limpeza da caixa d’água do prédio?

    Quando é necessário fazer a limpeza da caixa d’água do prédio?

    A limpeza da caixa d’água nos prédios tem importância excepcionalmente relevante na manutenção das boas condições de higiene dos moradores. O objeto fornece um bem de consumo diário e essencial, já que é com a água armazenada ali que lavamos louças e roupas, tomamos banho e executamos diversas outras tarefas rotineiras.

    Apesar de a higienização da caixa ser negligenciada por muitos administradores, esse descuido pode acarretar danos de difícil reparação do condomínio. Diante da seriedade do assunto, é ideal que o gestor estruture uma limpeza programada e bem planejada.

    Neste post você encontrará, de forma detalhada, a razão por que é importante realizar a limpeza com frequência, qual o tempo ideal para fazê-la e ainda quais as demais ações que contribuem para a conservação da água nas caixas. Confira!

    A importância da frequência na limpeza da caixa d’água

    Com o passar do tempo, fragmentos de materiais orgânicos, areia, argila e minerais se acumularão nas caixas d’água. Isso é normal e, em pequena quantidade, esses elementos não são prejudiciais à saúde.

    Entretanto, é extremamente importante que o administrador do prédio não deixe o acúmulo acontecer por muito tempo, uma vez que da água suja podem surgir vírus e bactérias, os quais trazem diversas doenças para aqueles que consumi-la. A hepatite A, a cólera, a esquistossomose e a leptospirose são exemplos de enfermidades transmissíveis pela água.

    Além disso, o acúmulo excessivo de detritos pode entupir o reservatório, fazendo com que a água não chegue aos apartamentos.

    Tempo ideal para limpar a caixa

    De acordo com a resolução n.º 91 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as instituições que realizam o abastecimento de água devem ter suas caixas e reservatórios limpos a cada seis meses.

    Esse também é o tempo ideal para a limpeza das caixas d’água dos condomínios, sendo suficiente para afastar o risco de doenças e infecções.

    Outras condições de higiene

    Cabe ressaltar que a limpeza da caixa não é o suficiente para garantir que a água esteja sempre apta para o consumo. Há outras exigências que devem ser cumpridas para evitar qualquer dano à saúde dos condôminos. Conheça-as, a seguir!

    Vedação

    A vedação incorreta pode fazer com que pequenos insetos entrem na caixa, aumentando as chances de infectarem a água com doenças. Além disso, também pode contribuir para a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, inseto responsável pela transmissão da dengue, chikungunya e zika.

    Atenção com animais e objetos impróprios perto da caixa

    Também é importante que o espaço onde as caixas d’água estejam localizadas seja inatingível por animais. Gatos e pombos, por exemplo, são capazes de transmitir doenças por meio da água.

    Objetos impróprios, como equipamentos velhos e lixos, podem atrair insetos que tentarão se adentrar na caixa e, portanto, devem ser afastados do local.

    Limpeza da tubulação

    A água percorre um complexo quilométrico de encanamentos até chegar às residências e, assim como ocorre nas caixas d’água, também pode haver acúmulo de minérios e sujeira na tubulação.

    Para limpá-la corretamente, é necessário contratar uma empresa especializada na higienização desses canais.

    Manutenção das bombas

    As bombas da caixa d‘água são os aparelhos responsáveis pela distribuição da água no prédio. O surgimento de defeitos nesses equipamentos pode levar à falta de água ou o aumento do consumo de energia. Para evitar esses problemas, basta realizar uma manutenção preventiva anualmente.

    A limpeza da caixa d’água inclui inúmeros procedimentos impossíveis de serem realizados por pessoas que não têm conhecimento técnico na área. Portanto, contratar profissionais experientes é a melhor alternativa para manter esse bem vital apropriado para o consumo.

    O que achou do conteúdo deste post? Ele foi útil para você? Deixe a sua opinião nos comentários abaixo!

  • Como é a atualização de salários de profissionais terceirizados?

    Como é a atualização de salários de profissionais terceirizados?

    Funcionários desmotivados com elevado número de faltas, altos gastos relacionados ao treinamento de pessoal e, além disso, você anda muito atarefado para perder tempo com essas questões, pois precisa aumentar sua produtividade e ainda manter pleno controle sobre as despesas.

    Pode ser que a saída seja investir em profissionais terceirizados, pois há inúmeras vantagens e, consequentemente, você administrará melhor o seu tempo e garantirá que as atividades operacionais sejam executadas de maneira impecável e com custos reduzidos.

    Afinal, o que é terceirização? De pronto, é possível afirmar que a Lei nº 13.429/2017 trouxe inúmeras novidades a respeito dela. Mas quanto ao conceito, em breves linhas, a terceirização é o procedimento pelo qual uma empresa transfere a responsabilidade de certas atividades — como a segurança, portaria e limpeza, por exemplo — para outra empresa.

    O objetivo desse texto é um pouco mais específico, pois explicaremos como funciona a atualização salarial dos funcionários terceirizados. Para isso, abordaremos dois pontos fundamentais: as formas de reajuste e quem é responsável por ele. Confira!

    As formas de reajuste

    Os reajustes não são automáticos e, por isso, é possível listar 3 formas para chegar ao valor deles.

    1. Acordo coletivo de trabalho

    Trata-se de uma negociação entre a empresa ou o patrão e o sindicato da categoria do empregado. Esse acordo tem eficácia única e exclusivamente entre as partes que concordaram com ele.

    2. Convenção coletiva de trabalho

    A convenção, diferentemente do acordo, atinge todas as relações de trabalho representadas pelos sindicatos envolvidos. Isso ocorre porque ela poderá ser celebrada apenas entre o sindicato patronal e o sindicato trabalhista;

    3. Dissídio 

    Surge das discordâncias entre o sindicato que representa os empregados e o empregador que os levam à Justiça do Trabalho. Assim, tal reajuste é conferido por meio de uma decisão judicial. Nessa hipótese, a sentença será aplicável a todos os trabalhadores vinculados ao sindicato em questão.

    O responsável pelo reajuste salarial dos profissionais terceirizados

    A regra geral é que a responsabilidade pelo reajuste dos salários dos profissionais terceirizados — assim como os encargos fiscais advindos da relação trabalhista, por exemplo — seja da empresa terceirizadora.

    No entanto, esse ponto poderá ser modificado por meio do contrato celebrado entre a empresa terceirizadora e a tomadora de serviços. Aqui, é preciso deixar claro que é na avença que será fixado a quem pertence o ônus do reajuste de salários de profissionais terceirizados.

    Ainda não está convencido sobre a eficácia da terceirização? Perder tempo para resolver todos os problemas relacionados à operação da empresa, que vai desde a troca de lâmpadas ao staff faltante não é um bom negócio. Contar com o serviço de equipes terceirizadas é uma ótima estratégia para reduzir o tempo despendido para realizar as substituições necessárias ao bom andamento da sua empresa.

    A reposição de funcionários e colaboradores faltantes em, no máximo, duas horas e meia, assim como a supervisão constante das tarefas dos terceirizados garante os melhores resultados para o seu negócio. Não ter que se preocupar com o treinamento de mão de obra e contar com suporte para as questões de RH também são fatores que você deve levar em consideração.

    Gostou das dicas sobre a atualização do salário dos profissionais terceirizados? Então baixe agora mesmo o Guia definitivo para gerenciar equipes terceirizadas e tire todas as suas dúvidas sobre a contratação de profissionais terceirizados!

  • Como resolver os problemas com acúmulo de função em condomínio?

    Como resolver os problemas com acúmulo de função em condomínio?

    Não é raro encontrar um administrador de condomínio que exija do zelador ou porteiro a troca de suas funções por determinado período. Ora, mas isso não deve ser grave, não é? Afinal, eles estão apenas quebrando um galho.

    Na verdade, é importante tomar cuidado, pois isso configura acúmulo de função, que denomina aquela situação na qual um funcionário exerce atividades no seu trabalho que são, na verdade, responsabilidades de outros cargos.

    No post de hoje, você descobrirá os principais problemas relacionados ao acúmulo de função e 3 medidas de como evitá-lo no seu condomínio. Continue com a gente!

    Problemas relacionados ao acúmulo de função

    O primeiro problema do acúmulo de função é a diminuição da qualidade do serviço prestado pelo seu funcionário, e é muito fácil entender o motivo disso: mais serviços exigem mais tempo e mais capacitação. Sendo assim, o colaborador pode não dar conta de cumprir todas as tarefas que lhe foram atribuídas ou mesmo não saber como fazê-las com eficiência.

    O segundo problema é a irregularidade em relação às leis trabalhistas, o que além de ser um grande desrespeito com o profissional, também oferece o risco de despesas inesperadas com processos trabalhistas.

    Ou seja, se você contratou um zelador para o seu condomínio na perspectiva de ter um faz-tudo na sua equipe, se prepare para lidar com um serviço de qualidade inferior ou com a possibilidade de um processo judicial.

    Medidas para evitar inconvenientes

    Você não gostaria de passar por nenhuma dessas dores de cabeça, não é? Então, preste atenção nas 3 dicas a seguir e evite esse tipo de problema.

    1. Contrate os profissionais adequados

    Todo contrato de trabalho deve ser claro em relação às exigências que são feitas ao funcionário contratado. Entenda que um profissional aceita o cargo oferecido tendo em mente um conjunto específico de atribuições, justamente porque ele se sente preparado ou confortável para cumpri-las.

    Sendo assim, no momento da contratação, deixe claro para os candidatos à vaga quais serão as atribuições e exija que eles comprovem suas experiência com os afazeres que farão parte da rotina.

    2. Oriente os seus funcionários

    Às vezes também acontece de um funcionário muito proativo tomar para si responsabilidades que não são suas. Isso costuma começar com um serviço aqui, uma ajuda ali, e acaba se transformando em rotina,  até chegar o momento em que tanto ele quanto você acharão que é obrigação dele fazer tudo isso.

    Isso pode parecer positivo num primeiro momento, mas, com o tempo, é provável que ele se sinta sobrecarregado e desconfortável com a sua rotina de trabalho, o que pode levar aos problemas que citamos anteriormente.

    Sendo assim, deixe bem claro para a sua equipe quais são as obrigações de cada um e oriente-os a não fazer outras atividades que não estejam relacionadas às suas tarefas sem avisá-lo.

    3. Conte com uma prestadora de serviços

    Outra forma de evitar os problemas relacionados ao acúmulo de funções é contratando empresas terceirizadas para realizar os serviços dentro do seu condomínio ou mesmo administrá-lo. Desse modo, você terá profissionais preparados e acostumados a lidar com problemas como esse, que podem passar despercebidos por você.

    Vale lembrar que, dependendo do caso, pode ser que você chegue à conclusão que vale mais a pena permitir que um funcionário acumule tarefas do que contratar outros. Sendo assim, você deve lembrar de incorporar um adicional de 20% ao seu salário. Ou seja, o acúmulo de funções em si não é proibido, o grande problema é não remunerar corretamente o colaborador que as acumula ou em sobrecarregá-lo.

    Esperamos que o post de hoje tenha ajudado você a entender melhor a gravidade dos problemas que o acúmulo de função pode trazer para a administração do seu condomínio. Como apontamos, a terceirização é uma boa forma de evitar que isso aconteça. Confira esse outro post e entenda que outras vantagens ela oferece.

  • Como funciona o contrato de um funcionário de limpeza terceirizado?

    Como funciona o contrato de um funcionário de limpeza terceirizado?

    Lidar com a contratação de funcionários não é nada fácil, pois você deve realizar um longo processo seletivo para escolher os melhores candidatos, treiná-los para as atividades a serem exercidas e estruturar um roteiro de limpeza e revezamento entre os empregados.

    Porém, você pode burlar toda essa burocracia simplesmente optando pelo funcionário terceirizado. Não entende muito desse tema? Fique tranquilo, neste artigo, nós expomos todos os detalhes sobre como funciona a contratação de terceirizado. Confira!

    O que é terceirização?

    A terceirização ocorre quando uma companhia que precisa de profissionais de certos ramos contrata outra empresa (terceirizada ou tomadora) para cuidar de determinadas tarefas. Toda prestação de serviço será estruturada pela companhia contratada e há apenas a obrigação de se efetuar um pagamento para ela.

    Sua organização não precisará realizar o processo de contratação dos empregados, treiná-los, montar escala de trabalho ou se preocupar com o fornecimento dos equipamentos e uniformes necessários. A empresa contratada ficará a cargo de todas essas tarefas.

    Além disso, também será fornecida supervisão constante da equipe enviada ao seu estabelecimento. Essa é uma questão bastante importante e vantajosa, pois uma gerência bem feita evita ociosidade e aumenta a qualidade do trabalho prestado.

    O que a lei diz sobre o assunto?

    Antes de adentrar nesse tópico, faz-se muito importante saber a diferença entre as atividades-meio e atividades-fim, pois a terceirização é diferente para cada um desses conceitos. Confira, a seguir, uma breve explicação de cada um deles:

    • atividades-meio: consistem naquelas tarefas que não são relacionadas com as atividades principais da empresa contratante, como o serviço de limpeza explicado neste artigo;
    • atividades-fim: são as práticas essenciais para o ramo da companhia, como o de professor para uma escola.

    A partir do ano de 2017 foi admitida a terceirização das atividades-fim, essa novidade causou grande repercussão da mídia e nas empresas em todo o país.

    Já a terceirização das atividades-meio são plenamente legais há muitos anos, em 1993 o Tribunal Superior do Trabalho – TST emitiu uma norma chamada “Súmula 331” que permitiu que os serviços de vigilância, limpeza e conservação fossem terceirizados.

    Portanto, se você decidir por contratar esse serviço, poder ter plena segurança e tranquilidade quanto à sua legalidade.

    Como funciona a troca de funcionário terceirizado?

    A empresa contratada é responsável pela reposição dos funcionários que prestam serviços em seu estabelecimento. Se você possui qualquer problema com um deles, basta requisitar a substituição do profissional diretamente com a tomadora.

    Não há necessidade de passar por processos complicados de dispensas, pagar verbas trabalhistas como indenizações e ou multas. Tudo será a cargo da tomadora.

    Se o seu pedido for recusado, tente entender suas razões e busque por uma solução pacífica, porém, caso o problema persista, você pode simplesmente rescindir o contrato (obedecendo às cláusulas de encerramento) e procurar por uma empresa que atenda as suas necessidades.

    Quais são as vantagens de contratar uma empresa terceirizada?

    Qualquer que seja o ramo ou fim da organização, optar pela terceirização do serviço de limpeza é muito mais vantajoso do que fazer contratações diretas de empregados. Entre os principais benefícios existentes estão:

    • economia: não necessidade de realizar processo seletivo, treinamento ou pagamento de verbas trabalhistas;
    • alto nível de qualidade: todos os profissionais já são devidamente treinados para suas tarefas;
    • facilidade: há menos questões legais para se preocupar, seja na contratação ou rescisão do serviço;
    • aumento da produtividade: o supervisionamento garante um controle de qualidade e produtividade na limpeza.

    É inquestionável que haverá uma economia imensa de tempo e dinheiro ao decidir contratar um funcionário terceirizado. Além disso, ele é qualificado, profissional, experiente e produtivo, portanto é inegável que o serviço prestado será de excelente qualidade.

    Que tal saber ainda mais como aprimorar a eficácia e produtividade da limpeza? Baixe agora nosso ebook Aprenda a elaborar um bom roteiro de limpeza em condomínios! É gratuito!

  • Limpeza de pisos: aprenda a limpar corretamente cada tipo

    Limpeza de pisos: aprenda a limpar corretamente cada tipo

    A limpeza de pisos é uma atividade diária realizada em qualquer estabelecimento, seja residência, comércio, instituições, condomínios, entre outros lugares. Entretanto, o chão pode ser construído com diversos materiais diferentes, cada um com a sua própria aparência e características.

    Como a composição de cada material é diferente, faz-se necessário saber como limpar corretamente cada um deles, pois aplicar produtos impróprios ou utilizar métodos de limpeza inadequados pode encardir, danificar ou fazer perder o brilho.

    Nesta publicação, você encontrará como realizar a limpeza adequada para cada tipo de piso. Confira!

    Ardósia

    Esse piso consiste em pedras porosas com alto poder de absorção, portanto não suporta produtos excessivamente concentrados.

    Primeiramente, tire a sujeira com um aspirador de pó ou vassoura de pelos macios e, após, crie uma solução que deve conter uma colher de sopa de detergente para cada cinco litros de água e passe no chão com um pano macio.

    Carpete

    Para limpá-lo, esqueça vassouras e escovas, que podem estragar as fibras do carpete. Também não utilize água em excesso, pois pode gerar mofo. O melhor método é passar um pano úmido ou aspirador de pó.

    Como o acúmulo de poeira é maior nesse piso, a limpeza deve ser mais frequente, recomendando-se fazê-lo, no mínimo, três vezes por semana.

    Se surgirem eventuais manchas, use detergente neutro diluído em água morna. Isso deve ser feito o quanto antes. Alguns produtos podem se fixar nas fibras do carpete e se tornar de difícil remoção.

    Cerâmica

    Esse piso é bastante simples de ser limpo: basta usar água e sabão neutro. Pela facilidade de manutenção, a cerâmica é bastante utilizada em locais de constante fluxo de pessoas, como banheiro e cozinha.

    Cimento queimado

    Aqui, para remover sujeiras passe uma vassoura ou aspirador de pó. Na hora de lavar, você pode usar um pano limpo ou escova molhada com água morna e detergente. Fique atento: não deixe o chão molhado, pois outras sujeiras podem grudar e acumular.

    Para aumentar a sua resistência e durabilidade, aplique base protetora com um rolo e, após, resinas acrílicas ou à base de água, o que evitará a absorção de fungos e sujeira. Repita o processo uma vez a cada três anos. Por fim, para manter o brilho, aplique semanalmente cera ou verniz.

    Granito

    Essa pedra é bastante sensível a substâncias corrosivas e químicas em geral, pois até mesmo o corante desses produtos pode corroê-lo. O melhor para limpar granito é um simples pano ou esponja úmida com algumas gotas de detergente. Depois enxágue com água e passe um tecido seco.

    Madeira

    A complicação da madeira consiste na conservação de seu material e tonalidade original. A escolha do produto fará toda a diferença.

    Primeiro, use vassoura de pelos, aspirador de pó ou pano seco, para tirar a poeira. Após, evite utilizar muita água, pois pode estragar o material. Use pano umedecido com poucas gotas de detergente neutro ou outro produto à base de amoníaco. Para cada litro de água utilize três colheres do produto de limpeza.

    Mármore

    Basta utilizar um pano úmido para deixá-lo impecável. Se achar que está faltando brilho, faça uma solução de um copo de água oxigenada para cada 12 copos de água e esfregue com escova ou esfregão.

    Para remover manchas escuras, utilize água com vinagre ou produtos fabricados especialmente para piso de mármore porque, se a substância for muito corrosiva, pode danificá-lo.

    Porcelanato

    Resistente, durável e bastante brilhante, o porcelanato é considerado uma excelente escolha. Para a sua limpeza recomenda-se usar a mistura de uma colher de sabão de coco líquido ou detergente neutro para cada cinco litros de água.

    Substâncias inapropriadas podem facilmente manchar ou desgastar o esmalte desse piso e, por essa razão, é recomendável que sejam adquiridos materiais específicos para o porcelanato.

    Como você pode perceber, é preciso estar muito atento ao material do piso que está sendo limpo, pois cada um precisa de cuidados próprios ou até mesmo de produtos fabricados exclusivamente para eles. Mas, após a leitura deste artigo, você estará mais confiante e assíduo ao realizar a limpeza de pisos de qualquer lugar.

    Se gostou do nosso conteúdo, curta a nossa página do Facebook e fique por dentro de mais publicações como esta!

  • 6 dicas para se apresentar bem durante uma assembleia de condomínio

    6 dicas para se apresentar bem durante uma assembleia de condomínio

    Em um condomínio, todas as questões relativas às despesas, construções, normas de convivência entre outros assuntos, são colocadas em pauta e debatidas em assembleias, que consistem em reuniões organizadas pelo síndico e com a presença da maioria dos moradores, que decidem de forma conjunta sobre os temas discutidos.

    Porém, apresentar uma assembleia de condomínio não é uma tarefa fácil, pois é necessário que o gestor seja organizado, possua um ótimo jogo de cintura e, principalmente, uma excelente oratória. Neste artigo, você encontrará 6 estratégias essenciais para liderar esses encontros de forma impecável. Confira!

    1. Definir a pauta da apresentação com antecedência

    Primeiramente, para que nenhum assunto fique de fora da reunião, converse antecipadamente com todos os moradores para conhecer seus problemas e receber sugestões do que deve ser colocado em pauta. Elabore um informativo com a data, o horário e as abordagens da assembleia, envie-o aos condôminos da forma que for mais acessível a eles, como panfletos, e-mail ou outro software de comunicação.

    Dessa forma, todos terão ciência de quando e do que exatamente será discutido no encontro, além disso, os participantes estarão previamente preparados com seus argumentos e opiniões, permitindo um ágil e frutífero debate.

    2. Treinar sua oratória

    Ninguém nasceu sabendo discursar como um profissional. Todo bom orador pesquisou técnicas de oratória, treinou e também passou pelo medo de errar que todos passam diante de um público. Se você deseja apresentar de forma satisfatória, também precisará treinar seu falatório por horas.

    Você pode discursar para si em frente a um espelho, gravar um vídeo para revisar depois ou apresentar para amigos ou familiares e pedir um bom feedback. Assim, você poderá detectar o que deve aprimorar, como o pronunciamento de palavras difíceis ou melhorar seus gestos.

    3. Criar regras para a assembleia

    Para que a reunião siga conforme o planejado, você deve elaborar regras a serem seguidas pelos presentes, como estabelecer tolerância máxima para atrasos, momentos específicos para que os condôminos emitam suas opiniões e tirem suas dúvidas, proibir comentários fora dessas horas e banir distrações como ingerir alimentos durante os debates.

    4. Preparar o ambiente

    Para evitar atrasos decorrentes de falhas técnicas, o responsável deve conferir se o ambiente está pronto para a realização da assembleia. Para isso, verifique se há assentos para todos os moradores, se a iluminação do local está funcionando e se o projetor (caso sejam apresentados slides) está operando como deveria.

    Outra dica é garantir um clima agradável até que a reunião inicie. Sirva-os com um café ou biscoitos e coloque um DVD com música ambiente até que todos condôminos cheguem. Isso permitirá que os presentes não se estressem enquanto esperam.

    5. Manter o foco do tema

    Dependendo do assunto que está sendo debatido, os temas podem se intercalar e gerar uma mudança repentina de conteúdo. Isso gerará mudanças de abordagem a todo momento e pontos mal discutidos ou pendentes ao final da reunião. Para que isso não aconteça, elabore um tópico para cada questão a ser debatida e exponha no panfleto ou slide da assembleia.

    Cada assunto deve ter um momento de abertura e encerramento do debate. Não permita que um morador inicie um tema fora de seu tópico, avise que somente haverá revisões no final da assembleia e se for de interesse da maioria.

    6. Distribuir as atas nas reuniões

    Como são tratados diversos temas nos encontros, é bastante difícil decorar tudo o que foi falado e votado. Por isso, é interessante imprimir as atas da assembleia e distribuí-las a cada um dos presentes após a reunião. Ter em mãos e por escrito os vereditos dos tópicos evitará eventuais confusões ou esquecimentos deles.

    Apresentar uma assembleia de condomínio exige muita organização e liderança por parte do administrador, pois qualquer descontrole sobre o ambiente gerará caos e discussões infrutíferas. Porém, ao seguir nossas dicas, os encontros se tornarão muito mais agradáveis, rápidos e produtivos.

    Agora que você sabe como conduzir uma assembleia, confira aqui como você pode fazer uma boa gestão e evitar erros!