Autor: Solution Services

  • Afinal, como o condomínio deve lidar com as atividades comerciais?

    Grande parte das pessoas acreditam que os condomínios residenciais apenas possuem a função de aglomerar condôminos em suas casas, entretanto, é plenamente possível que sejam exercidas atividades comerciais nesses estabelecimentos.

    Práticas de comércio vêm ganhando cada vez mais popularidade dentro dos condomínios residenciais. Faz parte das funções do síndico entender como elas devem ser exercidas.

    Quer saber mais sobre essa tendência? Acompanhe a leitura deste artigo, aqui traremos o que a lei diz o assunto, quais são os limites e deveres dos condôminos e quais são as formas de lidar com essas atividades! Confira!

    Normas de condomínio sobre o tema

    Não existe uma norma que trata especificamente desse detalhe, aqui serão aplicadas as regras gerais da Lei de Condomínio e o Código Civil Brasileiro. De acordo com essa última norma, os moradores não devem prestar quaisquer serviços que prejudiquem o bem-estar da comunidade do local.

    A partir dessa interpretação, advogados e estudiosos do direito concluem que cada caso deve ser analisado separadamente.

    Seria inviável tolerar a instalação de indústria dentro do condomínio, como também qualquer atividade que gere barulho excessivo ou que provoque entrada e saída excessiva de pessoas, como uma loja ou estúdio de música.

    Entretanto, seria possível exercer serviços profissionais autônomos, como de contabilidade, pois um simples escritório não prejudicaria nenhum dos moradores.

    Os limites e deveres do condômino

    Ainda de acordo com o Código Civil, em seu artigo n.º 1.336, é dever dos moradores dar às suas partes (à sua cota do condomínio) a mesma destinação do edifício. Isso significa que a atividade principal exercida na residência deve ser a moradia.

    Portanto, a finalidade principal deve ser a habitação, e o trabalho desempenhado no local deve ser compatível com esse fim. Por exemplo, um professor particular que recebe alunos em seu apartamento, advogados com sua residência e escritório no mesmo local etc.

    Além disso, o negócio também não pode consumir recursos de compartilhamento comum entre os moradores, como água e gás. Caso contrário, ele encarecerá a mensalidade do condomínio sem que eles ganhem com isso.

    Formas de lidar com as atividades comerciais

    Apesar de a regra ser lógica e simples, nem todos os condôminos possuem esse conhecimento e exercem erroneamente suas atividades comerciais. Cabe ao síndico administrador lidar com esse problema. Confira a seguir as melhores formas de dirimir esse conflito.

    Convenção de condomínio

    A convenção de condomínio é um documento que, elaborado em assembleia pelos administradores conjuntamente com os moradores, pode conter uma série de regras específicas que não se encontram em lei.

    No texto dessa norma, é possível estipular quais atividades serão proibidas, quais características ela deve possuir para que não seja permitida ou até mesmo coibir o exercício de qualquer comércio.

    Opinião de outros condôminos

    No condomínio, o que deve prevalecer é a vontade da maioria dos moradores, afinal, são eles que residem no local, pagam as contas e ditam as regras na convenção de condomínio.

    Faça uma pesquisa sobre a opinião dos condôminos para entender o que eles pensam sobre o assunto, é possível que nem todas as atividades sejam prejudiciais em seus pontos de vista, permitindo o exercício da maioria dos comércios.

    Verificação da atividade

    Como citamos, é preciso analisar cada caso separadamente. Se o comércio não prejudicar a convivência e a tranquilidade dos vizinhos, bem como não mudar a destinação da propriedade, não há motivos para proibi-lo.

    Controle de quem entra e sai

    Caso a atividade eleve exageradamente o fluxo de pessoas, ela deve ser vedada, mesmo que siga as regras anteriores. Trata-se de uma medida que visa a preservação das áreas comuns e a manutenção da segurança de todo o condomínio.

    A liberdade dos moradores de um condomínio não é a mesma de uma propriedade autônoma, as atividades comerciais ali exercidas devem ser regradas de acordo com o bom senso e a opinião dos demais moradores. A segurança e o bem-estar da comunidade sempre vêm em primeiro lugar.

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  • Como estabelecer um processo de cobrança e evitar inadimplência?

    A crise econômica e o elevado nível de desemprego no país, fez com que aumentasse o número de processo de cobrança. Sendo assim, a inadimplência é um aspecto que alcança tanto instituições quanto os consumidores.

    Ela surge a partir de um grande grupo de clientes e pode ser letal, uma vez que tal contexto diminui os lucros, proporcionando às empresas dificuldades em cumprir com as suas obrigações junto aos colaboradorescustos operacionais e fornecedores.

    O crescimento do desemprego também é uma condição desfavorável, uma vez que, por conta da queda da receita da organização, ela é obrigada a dispensar alguns de seus profissionais — por isso, a importância de reduzir esse processo.

    Quer entender melhor sobre o assunto? Continue lendo este post e saiba como evitar a inadimplência!

    Como estabelecer um processo de cobrança?

    A régua de cobrança é essencial para especializar o procedimento de arrecadação em sua empresa. Ao desenhar o que ocorre nos dias posteriores à expiração — e as ações que serão tomadas se o cliente não efetuar o pagamento —, você elucida os passos para o time e não precisa agir rigorosamente a cada evento.

    Essa técnica, sendo definida, pode incluir ligações, e-mails e até o envolvimento do departamento jurídico. É importante saber a estrutura interna do cliente para conhecer por qual meio deverá realizar a cobrança. Em diversas ocasiões, é o setor financeiro que tem a tomada de decisão, já em outros, é a equipe operacional.

    Para estabelecer o melhor processo de cobrança, listamos, a seguir, os principais passos que a empresa deve tomar para evitar o desgaste entre cliente e organização. Acompanhe!

    Importe-se com a pré-venda

    A forma mais comum de se resguardar do envolvimento com potenciais clientes inadimplentes é promovendo uma análise detalhada do perfil do consumidor antes de realizar a venda. Tal análise passa pela verificação da situação cadastral do cliente nos órgãos de proteção ao crédito  mas só isso não basta.

    Sendo assim, é possível monitorar o comportamento do consumidor, por exemplo, por meio de uma análise do comprometimento de sua renda, procurando estabelecer, com alto grau de precisão, a probabilidade de ele vir a se tornar inadimplente.

    Consulte os documentos do cliente em cadastros de inadimplentes

    Para fazer a consulta, basta entrar no portal de órgãos de proteção ao crédito e clicar em “consulta de débito”.

    No primeiro acesso, é preciso fazer um cadastro, no qual são informados alguns dados pessoais e é criada uma senha de acesso. Logo após, o buscador vai anunciar se a situação do cliente está negativa ou não.

    Se houver pendências, o gestor pode encontrar os detalhes a respeito e verificar em qual empresa consta a dívida. Assim, poderá evitar uma possível inadimplência.

    Faça a cobrança antecipada

    O mercado está habituado a denominar essa etapa de cobrança consultiva ou preventiva — aquela antes do vencimento da fatura. É nesse momento que se pode indagar o cliente sobre problemas casuais, antecipando o vencimento. Em apenas uma ligação, a equipe pode realizar essa abordagem.

    Tenha um sistema de gestão para auxiliar na identificação de pendências

    Para que o sistema seja administrado de maneira mais otimizada, é preciso ter e oferecer, para o time, bons instrumentos de trabalho. Eles são essenciais para a execução das tarefas, para o auxílio dos clientes e também para evitar situações constrangedoras, como a inadimplência.

    Em resumo, o processo de cobrança é inevitável quando se trata do mercado. Diversas situações fazem com que os clientes acabem atrasando o pagamento e, com isso, as companhias podem (e devem) recorrer a essas ações mencionadas para amenizar o impacto em suas finanças.

    Gostou do nosso post? Aproveite e siga-nos em nossa página do Facebook para saber mais sobre esse e outros assuntos. O que acha da ideia? Até a próxima!

  • Como organizar a rotina de limpeza em empresas: 10 dicas

    Manter o escritório ou comércio limpo, com uma rotina de limpeza adequada, é essencial para o bem-estar de todos que frequentam esses espaços. Um ambiente organizado e higiênico causa uma sensação agradável aos visitantes, reduz o estresse que pode ser causado pela bagunça e sujeira acumulada, além de aumentar a produtividade dos colaboradores.

    Mas é inviável exigir que a limpeza seja realizada pelo administrador ou por funcionários que já exercem outras funções. Assim, é necessário contratar profissionais terceiros especificamente para efetuar esse serviço e deixar o ambiente de trabalho limpo.

    Para garantir que a faxina seja realizada de forma plena e evitar desperdícios de tempo e dinheiro, é muito importante que o gestor arquitete um minucioso planejamento de como o serviço terceirizado será prestado, envolvendo fatores como o intervalo de tempo entre as limpezas, quais produtos serão utilizados, entre outros elementos. 

    Neste post, você encontrará cinco dicas bastante úteis de como organizar a rotina de limpeza. Acompanhe!

    1. Monte um cronograma de limpeza

    O primeiro passo é estruturar um cronograma de limpeza, pois, como não há necessidade de limpar o mesmo local várias vezes, deve-se separar quais ambientes serão visitados diariamente e semanalmente. Alguns locais e atos que podem ser inclusos na rotina diária de limpeza são:

    • limpar os banheiros;
    • cozinha;
    • halls de entrada;
    • mesas e aparelhos de uso diário;
    • levar o lixo para fora.

    Quanto aos locais relativos à rotina semanal, pode-se incluir:

    • corredores;
    • escadas e elevadores;
    • garagem ou estacionamento;
    • vidros, portas e portões;
    • salões de festas ou de armazenamento.

    Você deve organizar a planilha de acordo com a necessidade do estabelecimento. Após fazê-lo, imprima cópias e entregue aos contratados. Dessa forma, não haverão limpezas excessivas nos locais ideais para visitas semanais ou faltantes paras as diárias.

    2. Divida as tarefas entre os funcionários de limpeza

    Caso não haja um controle exato das tarefas dos funcionários, poderá ocorrer caos na prestação de serviço, como a ociosidade no trabalho de um empregado e sobrecarga a outro. Para que isso não ocorra, o administrador deve determinar, de forma justa, o ato que cada um dos contratados realizará.

    Lembre-se de também considerar o tempo necessário para a realização de cada ato, pois, nenhuma das tarefas podem ser realizadas às pressas para que sejam prestadas com qualidade. Portanto, não acumule funções extremamente complexas e demoradas em um único indivíduo.

    3. Forneça todos os materiais necessários para a limpeza

    Um requisito básico, porém, comumente esquecido pelos gestores, consiste no fornecimento e reposição dos materiais de limpeza. Não fazê-lo obrigará os faxineiros a improvisar, utilizando os produtos incorretos ou, até mesmo, deixar de efetuar a limpeza.

    4. Fique atento às normas de segurança do trabalho

    Diversos produtos de limpeza são tóxicos, corrosivos ou inflamáveis, podendo colocar em risco a saúde dos funcionários. Para evitar que acidentes que causem danos à integridade física dos empregados e, consequentemente, eventuais ações judiciais decorrentes de tais eventos, é importantíssimo prezar pela segurança no local de trabalho.

    Forneça luvas, máscaras e demais equipamentos de proteção individual (EPIs) aos encarregados da limpeza. Esses itens possuem a finalidade de proteger a pele, nariz e visão dos usuários. Supervisione o trabalho e exija que todos estejam sempre utilizando as vestimentas fornecida ao manejar os materiais de limpeza.

    Também instrua aos profissionais para que lavem bem as mãos após o trabalho, pois isso evitará que ingiram ou deixem entrar em contato com a pele, acidentalmente, resíduos dos produtos de limpeza.

    5. Terceirize o serviço de limpeza

    Se você deseja evitar dores de cabeça e burlar toda a burocracia relacionada à contratação, você pode simplesmente contratar uma empresa de terceirização de serviços especializada na área de limpeza.

    Além dessas companhias fornecerem profissionais treinados e experientes, os custos são acessíveis, você não arcará com os riscos de contratação e poderá se concentrar na sua atividade-fim, pois sabe que a limpeza está nas mãos de uma empresa expert na área.

    6. Preze pela organização da rotina de limpeza

    O serviço de limpeza não deve ser visto como um empecilho para os negócios da empresa, algo que atrapalhe as atividades rotineiras dos colaboradores. Por essa razão, é preciso que os funcionários envolvidos com a limpeza do escritório mantenham sempre a organização.

    Baldes, mangueiras, vassouras, rodos e demais acessórios não devem ser espalhados pelo ambiente de trabalho. O ideal é que o funcionário da limpeza leve consigo apenas o que vai usar na atividade que estiver realizando.

    A mesma lógica se aplica aos ambientes nos quais transitam os clientes. Os equipamentos de limpeza podem trazer má impressão sobre a organização do local. Para solucionar esse problema, oriente a equipe.

    7. Anote as necessidades de limpeza

    Nem todo ambiente necessita de uma limpeza constante. Se você montou um cronograma de limpeza, faça um checklist com todas as informações necessárias para que o serviço seja prestado integralmente, como dias, locais, horários e materiais.

    Você terá um controle eficaz sobre a necessidade de limpeza em todos os locais da organização de forma prática. Assim, não haverá gastos desnecessários com faxina constante onde não há necessidade.

    8. Não deixe que a sujeira se acumule

    Esse é um tópico ignorado por muitos, mas é fundamental que seja evitado o acúmulo de sujeira. A empresa contratada, além de realizar a limpeza de forma excelente, deve prezar pela sua conversação, ou seja, deve estar constantemente verificando a necessidade de reexecutar o serviço.

    O acúmulo de sujeira pode prejudicar pessoas alérgicas a pó e pode gerar mau cheiro. Esse fator não pode ser negligenciado!

    9. Confira a qualidade dos produtos utilizados

    Além de escolher o equipamento adequado para cada tipo de limpeza, a qualidade deles é fundamental para que o resultado do serviço satisfatório. 

    Além disso, bons produtos permitem que os colaboradores realizem seu trabalho com mais eficiência, eliminando a necessidade de retrabalho e, consequentemente, permitindo que os prazos sejam cumpridos. Tudo isso contribui para que a rotina de limpeza seja cada vez mais otimizada.

    Lembre-se de que não é preciso sempre adquirir os produtos mais caros. O ideal é que administrador realize um estudo sobre o custo-benefício dos materiais para verificar quais deles melhor atendem as necessidades da empresa.

    10. Adquira equipamentos de segurança

    Na rotina de limpeza os colaboradores têm um constante contato com diversos produtos químicos prejudiciais à sua saúde. Qualquer descuido pode causar lesões aos trabalhados e até mesmo aos clientes que frequentam o espaço.

    Além disso, o manejo contínuo desses químicos causa danos no longo prazo ao corpo do usuário. Para evitar esses problemas, é essencial que todos os colaboradores envolvidos na limpeza utilizem botas antiderrapante, luvas multifuncionais, óculos de proteção e outros equipamentos que se sejam necessários.

    A pessoa responsável pela limpeza deve disponibilizar esses itens de segurança e cobrar seu uso. Porém, é inviável exigir que o administrador fiscalize os funcionários ininterruptamente. Para ajudar nessa tarefa, a terceirização do serviço pode ser a solução, pois os funcionários contratados já recebem todo o treinamento e, nos casos em que uma supervisor seja necessário, a empresa que fornece o serviço providencia este profissional.

    Garantir essa proteção também evita eventuais problemas judiciais, como de indenização por danos materiais decorrentes de acidentes, multas do ministério do trabalho entre outros.

    Organizar a rotina de limpeza é uma tarefa que requer muito tempo e trabalho por parte do gestor. Com essas dicas, certamente você otimizará a gestão de recursos administrativos da sua empresa, além de reduzir gastos com a limpeza do escritório.

    Gostou dessas dicas? Então compartilhe com seus amigos nas suas redes sociais!

  • Portaria remota para prédio comercial: 4 perguntas e respostas sobre esse serviço!

    O avanço das tecnologias de comunicação e automação tem revolucionado diversos aspectos das nossas vidas profissionais. No caso do monitoramento do acesso a prédios comerciais, a grande novidade é a portaria remota. Por ser um serviço que ainda está se consolidando no mercado, há muitas dúvidas em relação ao seu funcionamento.

    Pensando nisso, para o post de hoje, trouxemos respostas para 4 das principais dúvidas sobre os serviços de portaria remota. Confira!

    1. Como funciona a portaria remota?

    A portaria remota é um modelo de gerenciamento de portarias que permite a realização do monitoramento a distância pelas mãos de uma empresa especializada. A partir da instalação estratégica de câmeras, sensores de movimento e sistemas de telecomunicação conectados à central de monitoramento pela Internet, é possível que o acesso ao prédio seja administrado fora dele.

    Desse modo, a portaria remota cumpre todas as funções de um porteiro a partir de um protocolo seguro sem que haja a necessidade de um funcionário exclusivo, o que oferece algumas vantagens.

    2. Quais as vantagens desse serviço?

    A portaria remota traz diversas vantagens. Primeiro, o prédio torna-se mais seguro, uma vez que o serviço exige a instalação de mais equipamentos de segurança, e conta com a gravação das imagens das câmeras para consulta posterior.

    A ausência de um porteiro também elimina o risco de rendição em casos de tentativas de invasão armadas.

    Além, é claro, da economia de tempo e dinheiro na gestão de direitos trabalhistas, da eliminação do risco de ações trabalhistas e da garantia de um serviço qualificado, que são vantagens encontradas em qualquer tipo de terceirização de portarias.

    3. O que acontece quando há falta de luz?

    Em casos de falha do serviço de distribuição de energia elétrica, a portaria elétrica permanece em funcionamento, pois conta com sistemas de nobreak para manter alguns equipamentos de segurança e comunicação em operação.

    Também é desejável que o prédio conte com geradores de energia para que a portaria se mantenha conectada para além da duração das baterias do nobreak, e para que equipamentos que gastam mais energia, como os portões, também se mantenham funcionando.

    Além disso, a empresa de monitoramento remoto também é responsável por enviar um funcionário ao local para cumprir temporariamente as funções da portaria até que o fornecimento de energia elétrica retorne.

    4. Quais os procedimentos para visitas e entregas?

    Enquanto os profissionais que trabalham no prédio comercial terão senhas, cadastros biométricos ou outras estratégias para automatizar o acesso, alguns cuidados são fundamentais para garantir a segurança de condomínios comerciais quando se trata do acesso de terceiros.

    Nesses casos, o procedimento é consultar o condômino sobre a visita ou entrega, de modo que o acesso ocorrerá mediante autorização. Para facilitar o processo, também é possível que sejam cadastradas as visitas e entregas que estão sendo aguardadas.

    Agora que você já conhece o funcionamento e as vantagens que a portaria remota oferece a prédios comerciais, por que não entrar em contato conosco e conhecer o nosso serviço? Acesse já o nosso site e descubra como podemos ajudá-lo.

  • Advertência trabalhista: saiba o que é e como redigir o documento!

    Advertência trabalhista: saiba o que é e como redigir o documento!

    Para garantir um ambiente saudável de trabalho, é fundamental que os colaboradores estejam atentos ao cumprimento dos seus deveres e que mantenham o respeito uns pelos outros. No entanto, nem sempre esse acordo é mantido e podem ser necessárias medidas disciplinares, como a advertência trabalhista.

    Nesta publicação, trouxemos diversas informações sobre o assunto, quais são os casos em que a advertência se aplica, suas regras gerais, os cuidados necessários para que ela esteja de acordo com a lei, como ela deve ser escrita, como agir caso o funcionário não a assine, entre outros tópicos relevantes. Confira!

    O que é uma advertência trabalhista?

    A advertência trabalhista é um ato verbal ou escrito que tem como objetivo disciplinar e registrar uma falta cometida por um funcionário. Sabendo disso, é importante que você entenda em que leis ela está prevista, quais são os tipos possíveis e a quais casos ela se aplica. Veja só!

    A legislação

    As advertências trabalhistas e outros mecanismos de disciplina estão previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e devem atender às determinações de conduta, também presentes no contrato de trabalho.

    No caso de três advertências motivadas pela mesma falta, ou duas, dependendo da gravidade, é possível aplicar uma suspensão. No caso de uma nova reincidência, o contrato de trabalho pode ser rescindido por justa causa.

    Vale lembrar que as advertências não prescrevem, de modo que não importam as suas datas para que se somem três e para que medidas mais sérias sejam tomadas.

    Os tipos

    Ao contrário do que se pensa, as advertências orais e escritas não são tipos distintos de reprimenda, mas devem ser partes do mesmo processo. Nesse sentido, é importante que o empregado seja primeiro advertido em uma conversa particular, sem a presença de colegas.

    Somente após essa conversa, a advertência deve ser redigida. Desse modo, o caráter educativo ou disciplinar da medida se fortalecerá, não permitindo que seja lida apenas como uma forma de punição.

    De todo modo, chegado o momento da advertência escrita, é muito importante que ela seja muito bem documentada e devidamente assinada. Assim, você conseguirá se defender com mais segurança de possíveis ações trabalhistas.

    Os casos

    Em geral, os motivos mais comuns para advertências são atrasos e faltas. Mas outros também são possíveis, como roubos, apresentação de atestados médicos falsos, uso de veículo de trabalho para benefício próprio, desobediência aos superiores etc.

    Vale lembrar que as advertências não cabem a funcionários terceirizados. Sendo assim, caso você tenha optado pela terceirização no seu condomínio, as reclamações em relação ao desempenho dos funcionários devem ser feitas à empresa terceirizadora que, por sua vez, tomará as providências cabíveis.

    Por quais motivos os funcionários podem receber advertências?

    São vários os atos que podem levar à aplicação das advertências, sendo que os mais comuns de acontecerem na empresa são:

    • desídias: são má vontade, preguiça, desleito, falta de atenção e outros atos que prejudicam o trabalho;
    • desobediência: quando o colaborador não cumpre uma ordem dada diretamente a ele;
    • violação de regras morais: apresentação de atestados médicos falsos, adulteração de documentos, vazamentos de informações confidenciais, marcação de pontos para terceiros, entre outros atos similares;
    • comportamento inadequado: prática de atos libidinosos, agressões físicas e verbais a outros colaboradores ou clientes, fofocas, usar roupas inadequadas etc.;
    • embriaguez: essa é uma falta grave e consiste em chegar ao trabalho embriagado diversas vezes.

    Quais são as formas de aplicação das advertências trabalhistas?

    Existem diferentes formas de aplicar essas advertências e cada uma delas tem exigências específicas na legislação. Veja como funciona.

    Verbal

    Consiste em dizer ao colaborador qual foi sua falha, apontar os pontos que ele deve melhorar e informar as consequências, em caso de reincidência. Isso nunca deve ser feito na frente de outros empregados, já que deixará a pessoa humilhada ou inferiorizada, causando problemas futuros à empresa.

    Por escrito

    A advertência é escrita em um documento que deve ser emitido em duas guias. Uma é entregue ao funcionário, enquanto a outra é arquivada. Ela deve conter a falha cometida, o embasamento da advertência e a assinatura do colaborador.

    Suspensão

    Caso o colaborador já tenha recebido a advertência verbal ou escrita, mas voltou a cometer a falha, a empresa poderá impor uma suspensão do trabalho e descontar os dias afastados da folha de pagamento. Ela deve ter o limite de 30 dias e será considerada excessiva se ultrapassar esse prazo.

    Demissão por justa causa

    O empregador poderá aplicar a demissão por justa causa se entender que o colaborador não melhorará suas atitudes ou quando ele realizar uma falha bastante grave (prevista no artigo 482 da CLT), como:

    • ato de improbidade;
    • embriaguez habitual ou durante o trabalho;
    • violação dos segredos da empresa;
    • condenações criminais;
    • prática de atos libidinosos.

    Quais são as principais regras de advertência no trabalho?

    Essas advertências não podem ser aplicadas de qualquer maneira pelos empregadores. Existem regras mínimas que devem ser seguidas para garantir que a aplicação conforme a lei. São elas:

    • atualidade: a punição deve ser imediata, salvo quando a falta requer investigação e apuração dos fatos, sendo que isso deve ser justificado por escrito na advertência;
    • unicidade: significa que a pena deve ser aplicada uma única vez pelo ato faltoso;
    • proporcionalidade: a sanção deve ser proporcional à falha cometida pelo empregado.

    Também há uma hierarquia das punições que deve ser aplicada. Trata-se da seguinte ordem:

    • advertência verbal;
    • advertência escrita;
    • suspensão;
    • demissão.

    Mas é possível impor a punição mais adequada a cada caso. A empresa pode aplicar diretamente a demissão, por exemplo.

    Como escrever uma advertência trabalhista?

    As cartas de advertência não precisam ser redigidas pelo empregador. Sendo assim, uma vez que o síndico tem como tarefa zelar pela conservação e pela prestação dos serviços do condomínio, as advertências trabalhistas acabam sendo, também, uma das suas atribuições.

    Para redigir uma advertência, é importante que estejam presentes o nome do funcionário, uma descrição do motivo da advertência, a data, o local e um campo para assinatura do empregado.

    A linguagem da carta deve se adequar à norma culta da língua e não pode, de modo algum, humilhar o funcionário. Então, atenha-se a descrever o fato ocorrido, sem qualificá-lo.

    Também é desejável que o papel utilizado seja timbrado e/ou contenha o cabeçalho da empresa para adicionar legitimidade ao documento.

    Como proceder caso o empregado não assine?

    Uma vez que se trata de uma experiência bastante desconfortável, tanto para o funcionário quanto para você, é possível que ela se transforme em um conflito mais sério e o empregado se recuse a assinar a advertência. Talvez ele discorde da justiça da medida, ou, então, não tenha maturidade para encará-la.

    Seja como for, a lei prevê esse tipo de discordância. Nesses casos, é possível que a advertência trabalhista seja assinada por duas testemunhas da má conduta do funcionário. É muito importante que você converse com elas com atenção, descreva o acontecimento com exatidão e explique a importância desse documento.

    A advertência trabalhista dever ser aplicada inteligentemente pelos gestores, já que é uma ferramenta que visa impedir que os colaboradores continuem praticando falhas prejudiciais à empresa. Mas com essa leitura, você sabe qual o tipo de advertência é mais adequado para cada erro.

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  • Portaria eletrônica ou física? Conheça as diferenças e vantagens para empresas!

    Um serviço bem prestado com excelência, custo baixo e otimização do tempo é certamente o sonho de qualquer gestor.

    Se você é um profissional com função generalista e depende de mão de obra diversa, embarque nessa leitura, pois, este post foi escrito para apresentar os serviços terceirizados de portaria eletrônica e física, e algumas de suas vantagens. 

    Não é fácil lidar com as variáveis quando se depende do comprometimento das pessoas. Algumas funções têm alta rotatividade e isso gera uma dor de cabeça enorme, pois a falta de pessoal abre espaço para a vulnerabilidade e insegurança.

    Antes de falar sobre o serviço terceirizado, é importante descrever os dois tipos de prestação de serviços para auxiliar na sua tomada de decisão. Então vamos lá!

    Principais diferenças entre a portaria eletrônica e a física

    Prestar serviços é ficar à mercê da necessidade de segurança e bem-estar de um negócio e de um grupo de pessoas, colaborando para a redução de custos e o funcionamento dos processos.

    Sendo assim, você precisa analisar as principais diferenças para auxiliar uma tomada de decisão da alta gestão quanto ao tipo de serviço a contratar. Veja a seguir!

    Controle de acesso

    O acesso de funcionários, clientes e fornecedores é diário e constante em uma empresa. A importância de saber quem entra e quem sai torna essencial o serviço de identificação e de autorização para a movimentação.

    Na portaria física, o profissional contratado fica à disposição para receber pessoas, correspondências e cargas. Está no local para dar destinação às solicitações que demandem qualquer tipo de acesso.

    Na portaria eletrônica, o serviço é realizado à distância por profissionais treinados e capacitados — por meio de uma central de monitoramento e câmeras instaladas nas dependências — em tempo integral. O acesso poderá ser realizado por meio do crachá funcional ou biometria.

    Praticidade

    Na portaria física será necessária presença física, um mínimo de dois funcionários com revezamento e investimento em equipamento de monitoramento de dentro da cabine. A rotatividade funcional é alta. Terceirizando o serviço, você terceiriza também esse tipo de preocupação.

    Na portaria eletrônica toda a preocupação com funcionário, equipamento e serviço, correrá por conta da empresa contratada que será responsável pela substituição de qualquer funcionário ausente sem maiores danos à prestação de serviços.

    Segurança

    A portaria física conta com a presença de um funcionário treinado para realizar o controle de acesso e observar qualquer movimentação suspeita visualizada nas rondas ou nas câmeras de monitoramento, reportando ao responsável.

    A portaria eletrônica realiza o monitoramento em tempo real, controla o acesso com serviço biométrico e fechamento automático de portas e garagens, além de realizar rondas virtuais sem precisar deixar o posto de serviço.

    Principais vantagens dos serviços de portaria terceirizada

    O mais importante em um serviço de portaria é o controle de acesso e a segurança do local. Terceirizar um serviço é lançar mão de uma parceria eficiente e participativa. Com a mão de obra terceirizada, você terá mais tempo para planejar ações e redesenhar procedimentos. Confira algumas vantagens que vale a pena analisar!

    Supervisão contínua e suporte

    Seja a portaria eletrônica ou física, é obrigação da empresa contratada dar suporte e supervisionar profissionais e equipamentos.

    A ausência de um funcionário, por exemplo, deixa de ser um problema do contratado. As substituições devem acontecer em tempo hábil para não prejudicar os serviços diários.

    Redução de custos

    Com a terceirização desses serviços, você terá uma considerável redução de custos. Na portaria física durante uma ausência de funcionário, você não precisará realizar contratação de última hora. Basta solicitar um substituto.

    Na portaria virtual, você não terá na folha de pagamento mais de um funcionário por turno, o que minimiza a carga tributária trabalhista.

    Mão de obra treinada e capacitada

    Ao terceirizar, você contará com mão de obra especializada em qualquer tipo de serviço que escolher. É responsabilidade da contratada, personalizar de acordo com a necessidade do cliente.

    O serviço terceirizado tem vantagens que podem tornar seu trabalho operacionalmente mais fácil e econômico, além de contribuir para a segurança e conforto.

    Agora que você já conhece as diferenças e vantagens dos serviços de portaria eletrônica e física, entre em contato conosco e agende uma consultoria personalizada. Ficaremos contentes em atendê-lo!

  • Tudo sobre o equipamento e as funções do faxineiro de condomínio

    Para segurança e respaldo legal do condomínio, a expressão “faxineiro de condomínio” deve ser aplicada quando se trata dos empregados. Nesse ambiente, os funcionários dividem-se em alguns cargos, sendo os mais comuns: zelador, porteiro e faxineiro. Cada qual com as suas competências, que precisam ser respeitadas.

    É importante que o síndico conheça a legislação trabalhista que rege esse tema a fim de evitar transtornos e perdas econômicas em ações judiciais. É de grande relevância manter os funcionários bem equipados para exercerem suas tarefas com total eficácia. Continue lendo o post e saiba mais sobre as funções do faxineiro!

    Quais as funções do faxineiro de condomínio?

    Trata-se do profissional capacitado para executar o serviço de limpeza e conservação de determinadas áreas de um condomínio. É também o responsável por utilizar, de forma correta, todos os produtos que lhe são confiados para a função. Para que seu serviço seja executado de forma adequada, ágil e sem prejudicar sua saúde, é preciso que o condomínio ofereça ao faxineiro boas condições de trabalho e apoio com materiais e equipamentos adequados.

    Listamos algumas funções específicas desse cargo:

    • limpar todas as áreas comuns;

    • obedecer às regras de conduta;

    • obedecer ao cronograma diário;

    • usar galochas, obedecer às instruções contidas nos rótulos de produtos de limpeza, certificar-se de que os aparelhos domésticos estão desligados antes de limpá-los, utilizar aventais e luvas de borracha.

    Quais funções não são de responsabilidade do faxineiro?

    É interessante fazer um quadro de tarefas para os funcionários. Além de ser primordial na organização, auxilia nas atividades, definindo qual o funcionário, horário, dia da semana e tarefa, lembrando-os dos afazeres. Esse quadro deve ser fixado em área comum a todos, como o local de refeições ou os banheiros.

    Veja agora quais funções não cabem ao faxineiro realizar em sua rotina:

    • manutenção de equipamentos e objetos do condomínio;

    • controle das chaves dos moradores deixadas na portaria;

    • controle da utilização de carrinhos de transporte de cargas;

    • cuidados com os jardins;

    • receber e encaminhar visitas;

    • receber e encaminhar mercadorias;

    • receber correspondências;

    • utilizar a lista de telefones úteis.

    Quais os equipamentos necessários para realização das tarefas?

    O condomínio tem o dever de adquirir produtos que garantam a saúde do faxineiro, como equipamentos de proteção individual, carrinhos de mão, rodos e vassouras que estejam de acordo com a altura e a postura do funcionário, uniformes que sejam confortáveis e frescos. Caso esses equipamentos não sejam adquiridos ou não sejam adequados ao funcionário, o risco de prejudicar a saúde do faxineiro se torna muito maior e pode levar o condomínio a enfrentar um processo trabalhista para pagamento de insalubridade.

    Vejamos alguns dos equipamentos necessários na rotina do faxineiro:

    • uniformes que sejam frescos e confortáveis (esse item também auxilia muito na produtividade);

    • modelos de rodos e vassouras de tamanho ideal, que não forcem a postura do funcionário, pois a boa postura melhora o rendimento do trabalho;

    • carrinhos de mão, utilizados para transportar o lixo do depósito à calçada;

    • luvas e botas — equipamentos de proteção essenciais para quem lida com produtos de limpeza e manuseio de lixo e cuja falta pode acarretar processo trabalhista contra o condomínio, para o pagamento de adicional de insalubridade.

    Em resumo, as funções do faxineiro de condomínio devem ser bem esclarecidas antes que o funcionário inicie suas tarefas. Reuniões para ouvi-los periodicamente também são fundamentais e compreendê-los é preciso para que trabalhem motivados, despertando a vontade de se dedicar ao que fazem com todo o carinho e o anseio de ver o crescimento de sua organização.

    Gostou do post? Aproveite e conheça mais sobre como resolver os problemas com acúmulo de função em condomínio.

  • Aprenda a organizar o estoque de materiais de limpeza do condomínio

    É muito recorrente encontrar condomínios que estão com a vida financeira debilitada, mas não conseguem identificar o problema nas contas. Saiba que o erro pode estar vindo da má gerência do estoque de materiais de limpeza.

    Algumas das vantagens de uma administração eficiente são: redução de custos e de perdas, conservação adequada dos produtos e níveis de estocagem compatíveis com o movimento. Continue lendo o post e entenda de forma mais detalhada este tema!

    Reserve um espaço adequado para o estoque

    Muitos gestores de condomínios buscam preservar os estoques pequenos para conseguirem obter vantagem competitiva ao negociar na próxima compra ao criar um vínculo de fidelização. Com os baixos valores agregados no estoque, é viável investir o capital em vez de deixá-lo ocioso em forma de estoque. Esse fato é essencial para estoques físicos menores.

    Caso as exigências sejam acolhidas com excelência e o abastecimento seja imediato dos condôminos, não há obrigação para preservar espaço físico para estoque fixo, apenas uma área para receber os produtos. Entretanto, isso ocorre como fato bem isolado e não é parâmetro por diversas consequências que podem acontecer: demanda variável, atraso nos fornecimentos, não ter a opção súbita etc.

    Entretanto, os condomínios têm a necessidade por destinar uma área de estocagem. Para facilitar esse processo, os gestores devem definir a localização desse espaço. É válido escolher o melhor ponto físico no prédio, considerando ser um ponto de fácil acesso tanto para moradores quanto para a empresa fornecedora.

    Importante verificar se o lugar é bom para ser uma área de armazenar os produtos, o gasto para organizar o espaço, custo da manutenção e se essa área possui uma tendência para expandir caso sejam necessárias futuras ampliações prediais.

    Faça uma lista de materiais

    Primeiramente, liste todos os acessórios e produtos de limpeza que são necessários para estocar.

    Em seguida, indique o melhor local para eles. Se tiver um armário característico para esse tipo de estrutura no estoque para guardar os produtos de limpeza, ele pode ser bem aproveitado. Caso não tenha, busque a ideia de instalar nichos e prateleiras nas paredes para facilitar a armazenagem dos produtos de limpeza.

    Outra opção pode ser comprar diversas estantes na circunstância de haver espaço para elas dentro do lugar de estocagem de produtos.

    Uma lista completa pode conter, por exemplo:

    • vassoura, rodo, pá de lixo, sacos de lixo, panos de chão;

    • baldes e luvas de borracha;

    • palha de aço, sabão em pó, sabão em pedra, detergente, água sanitária, desinfetante, desengordurante;

    • álcool, limpa vidros, lustra móveis, saponáceo.

    Fique atento a algumas dicas rápidas

    Diante de tantas possibilidades, listamos dicas imediatas:

    • se o produto venceu, ele deve ser descartado em lixos de resíduos apropriados;

    • leia os rótulos para se certificar de que cada material está sendo armazenado de forma correta;

    • estude uma boa localização para o estoque;

    • a equipe precisa estar unida para todos estarem bem na organização e na limpeza.

    Assim, o gestor do condomínio ou a empresa terceirizada no serviço de administração predial precisa se conscientizar de que os avanços das estratégias podem fazer a diferença em uma gestão de estoque de materiais de limpeza para condomínio, diminuindo custos e transformando seu cotidiano mais tranquilo e de administração otimizada. Por isso, a importância de ter um estoque organizado.

    Gostou do post? Aproveite e leia também sobre quais são os principais tipos de limpeza que podem ser feitas em condomínios.

  • Conheça 5 vantagens da administração terceirizada para seu prédio

    A gestão de um condomínio é função elementar para a boa atividade das áreas e a certeza de que o custo acertado na tarifa mensal pelos condôminos se faça aplicar de maneira efetiva. Além do mais, o responsável deve se empenhar com a gerência dos funcionários, firmar pontos jurídicos e providenciar manutenção. Dessa forma, diversos gestores de condomínios optam por administração terceirizada desse serviço.

    Para solucionar com maior rapidez as dificuldades que aparecem e apoiar a manutenção preventiva das instalações do condomínio, a adoção da terceirização de serviços acontece como modo de otimizar a administração e possibilitar um ambiente seguro e satisfatório para viver.

    Quando uma empresa especializada cuida da administração, o síndico não precisa mais se preocupar com questões burocráticas, como lidar com as finanças e problemas de ordem jurídica e realizar cobranças, por exemplo.

    Neste post, citaremos 7 vantagens da administração terceirizada e trazemos dicas sobre o que considerar para contratar uma empresa para prestar esse tipo de serviço. Acompanhe!

    Veja alguns benefícios da administração terceirizada

    A administração terceirizada oferece diversas vantagens para quem mora em condomínio. A seguir, vamos citar alguns dos principais benefícios de optar por esse tipo de serviço.

    1. Redução de gastos

    Entre as grandes vantagens de externalizar os serviços está o custo reduzido. À vista disso, se encontra no dever da empresa admitida os custos com salários, férias, auxílio-alimentação, vale-transporte, obrigações trabalhistas e outros encargos.

    Para condôminos e síndicos, cabe somente honrar com o valor combinado com a empresa prestadora, o que acaba sendo um custo bem inferior.

    2. Despreocupação com a gestão de funcionários

    Diversos síndicos chegam a ter dificuldades com funcionários no cotidiano, seja pela falta de interesse em determinadas funções, seja pela execução incompleta de tarefas, ou mesmo pelo descuido — o que coloca os condôminos em situações desgastantes e causa certo incômodo no ambiente residencial.

    Para excluir essas questões, licitar uma prestadora serviços de mão de obra se torna a melhor solução. Toda a gestão de funcionários e o rito trabalhista passa a ser de responsabilidade da empresa especializada, que vai precisar empregar novos funcionários para preencher a demanda dos serviços com excelência.

    3. Especialização dos profissionais terceirizados

    Antes de contratar uma empresa para gerenciar seus serviços — principalmente nos segmentos de asseio e conservação, além de portaria, zeladoria, vigilância e jardinagem —, o administrador deve entender as vantagens que esse tipo de regime de trabalho apresenta. As principais são a garantia de contar com profissionais qualificados em constante atualização e a redução dos custos operacionais.

    Por ter em seu core business atividades de apoio, a empresa contratada tem maior capacidade para realizar a gestão de pessoal, ao mesmo tempo em que provê treinamento e gerencia eventuais faltas e atrasos.

    Isso pode ser extremamente difícil quando o pessoal é contratado diretamente pelo condomínio, já que seus administradores, via de regra, têm diversos compromissos e atribuições que os impedem de acompanhar in loco o desempenho do pessoal.

    4. Funcionários disponíveis em tempo integral

    As empresas terceirizadas de serviços de condomínios contam em seu quadro com plantonistas para suprir eventuais faltas, além de folguistas. Quando o condomínio não terceiriza os serviços, esses eventos geram mais gastos com o pagamento de horas extras.

    5. Apoio jurídico da empresa de administração terceirizada

    A administração de condomínios cada vez mais esbarra em questões jurídicas nos aspectos fiscais, trabalhistas e contratuais. Por esse motivo, as empresas que oferecem serviço terceirizado neste setor apresentam aos síndicos a proposta de inclusão dos serviços jurídicos para que, futuramente, desentendimentos não dificultem questões de ordem jurídica.

    6. Gestão de regras internas profissionalizadas

    Uma característica comum em condomínio é a presença de regras internas. No entanto, quando o condomínio é administrado pelo síndico-morador, esse processo pode ser complicado, pois por falta de experiência ou conhecimento sobre o assunto, ele pode sentir dificuldades em estabelecer regras claras de conduta para as pessoas que moram no local.

    Quando a administração é terceirizada, esse processo fica mais simples, pois a empresa tem conhecimento, inclusive legal, sobre que tipo de regras devem ser estabelecidas dentro do condomínio.

    7. Maior transparência na prestação de contas

    Apesar de pagamento do condomínio ser uma obrigatoriedade dos moradores, os condôminos têm o direito de saber sobre como está sendo aplicado o dinheiro pago mensalmente. Para um prédio com muitos moradores, prestar contas pode ser um processo complicado, principalmente quando o síndico não tem muita experiência sobre gestão de condomínio.

    Uma administração terceirizada de condomínios tem ferramentas que ajudam na gestão, inclusive financeira do prédio. Esse fator contribui para que o controle do dinheiro e a prestação de contas para os condôminos sejam mais claras e precisas.

    Saiba como escolher uma empresa para administrar seu condomínio

    Embora a administração terceirizada seja benéfica para os condomínios, é preciso saber escolher a empresa correta. Caso contrário, você terá problemas tanto com a qualidade dos serviços quanto com funcionários não capacitados. A seguir, vamos citar alguns pontos que devem ser considerados no momento da escolha.

    Tempo de atuação da empresa

    O tempo de atuação da empresa no mercado diz muito sobre a qualidade de seus serviços. Isso porque, em um mercado tão competitivo, uma instituição que está ativa há muito tempo certamente é confiável e oferece serviços de qualidade.

    Referência de outros clientes

    Outra forma de saber sobre a qualidade dos serviços de uma empresa de administração de condomínios é perguntar para clientes antigos e atuais informações sobre ela. Procure saber em quais condomínios a marca atua ou já atuou e converse com os responsáveis sobre os pontos positivos e negativos da companhia.

    Como ela lida com a gestão de pessoas

    A forma que uma empresa lida com seus funcionários diz muito a seu respeito. Então, antes de escolher a companhia para administrar seu condomínio, avalie como ela faz a gestão de pessoas. Observe se os profissionais são qualificados, se há uma grande rotatividade de funcionários e como é o relacionamento deles com a organização.

    Certificações de qualidade da empresa

    Empresas sérias e comprometidas estão sempre em busca de certificações que atestem a qualidade de seus serviços. Por isso, na hora de optar por uma administração terceirizada para seu condomínio, analise se ela tem selos e certificações de qualidade, há quanto tempo ela tem esse tipo de reconhecimento e a importância desse reconhecimento no segmento em que atua.

    Ao fim de tudo isso, a administração terceirizada de condomínios pode liberar um grande tempo na agenda do síndico para que ele possa se dedicar a outras atividades importantes na gestão do condomínio. A melhor parte é que é possível utilizar esse tempo sabendo que os outros serviços estão sendo executados com qualidade.

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  • Manutenção de piscinas: conheça a agenda a ser seguida

    Ainda que seja um serviço árduo, a manutenção de piscinas é indispensável para manter o ambiente higienizado e a água cristalina. Fazendo isso, você pode convidar os familiares e amigos para aproveitarem o dia e ficar tranquilo ao saber que não há chances de fungos, algas ou bactérias para impedir a diversão.

    Porém, muitos acabam deixando essa ação de lado e se preocupam somente no momento do entretenimento. Cuidado! Essa desatenção pode gerar muitos transtornos, inclusive para a conservação da estrutura da piscina.

    Entenda melhor sobre o assunto e deixe sua piscina com uma ótima manutenção. Continue lendo o post!

    Qual é a importância da manutenção de piscinas?

    Conservar uma piscina limpa, translúcida e, desse modo, saudável, é importante em todos os períodos do ano — inclusive no inverno. Afinal, água inapropriada coopera para o contágio de patologias infecciosas aos banhistas, entre elas, otite, conjuntivite e hepatite, sem falar do surgimento de larvas de insetos, como o da dengue.

    O zelo permanente evita o gasto demasiado com problemas sérios com a piscina no verão.

    Quais ações devem ser realizadas na manutenção?

    Para dar maior qualidade a manutenção de piscinas, é recomendável fazer um tratamento na água. Essa etapa é composta por algumas importantes fases. Vejamos:

    Regular o pH

    Inicialmente, analise o nível de pH e, caso seja recomendável, faça a correção. Quando estiver elevado, aplique o “redutor de pH”. Caso contrário, use o “elevador de pH”. A capacidade da piscina é responsável pela variação das dosagens.

    Além disso, é preciso ter cuidado ao adicionar outros produtos na água, já que essa atitude muda os níveis estabelecidos. Lembre-se que a faixa indicada do pH, geralmente, está entre 7,4 e 7,6.

    Aplicar o cloro

    Para evitar futuros problemas, coloque cloro na piscina somente após dilui-lo em um balde. Verifique e aplique o produto. Evite aplicar o cloro em um único dia para toda a semana — caso contrário, a pintura da sua piscina de fibra será danificada e terá a vida útil reduzida. Isso ocorre porque no começo do tratamento os níveis de cloro estão muito elevados.

    Colocar algicida

    Esse tipo de atitude é muito importante, pois bloqueia o surgimento de novas algas na piscina.

    Filtragem

    O sistema de filtração da água é considerado o coração da piscina, pois tem a função de manter a piscina livre de impurezas insolúveis na água. A filtração trabalha retendo partículas de sujeira que podem elevar a turbidez da água e reduzir a ação dos produtos químicos.

    Aspiração

    A aspiração é um processo que faz parte do tratamento físico da piscina. Ele permite retirar as impurezas que desceram para o fundo, seja devido ao uso de decantadores ou devido ao processo de decantação, que acontece naturalmente quando o pH, a alcalinidade e o nível de cloro livre são mantidos nos níveis corretos.

    Alcalinidade

    A alcalinidade age como tampão do pH, evitando variações. É medida em ppm (partes por milhão) e o ideal para uma piscina é mantê-la entre 80 e 120 ppm.

    Qual é a frequência ideal para a manutenção?

    Podemos estipular um período médio entre alguns serviços, para que possamos, assim, auxiliar nos primeiros passos de quem pretende construir ou de quem deseja melhorar a manutenção da piscina no seu condomínio ou em casa. Vamos separar por itens:

    • filtragem: deve ser feita todas as vezes que a piscina for utilizada;

    • cloro: deve ser feita dia sim, dia não. A cada dois dias, deve ser feito a análise do nível de cloro residual, mantendo na média de 0.5 – 2ppm;

    • pH: a análise do nível de pH deve ser feita duas vezes por semana;

    • algicidas: uma vez por semana é preciso realizar o tratamento da água com algicidas;

    • aspiração: para realizar a limpeza do interior da piscina, usa-se a aspiração uma vez por semana, retirando as pequenas sujeiras com o uso de uma ponta no cabo para não danificar o revestimento da piscina;

    • alcalinidade: é indicado ser testada uma vez por semana.

    Esses são os principais pontos em que você precisa ficar atento para uma boa conservação e manutenção de piscinas. Para melhorar a qualidade da manutenção, você contratar profissionais aptos ao serviço.

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